segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Feliz Natal
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
domingo, 17 de outubro de 2010
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Ti parlo d'amore
terça-feira, 28 de setembro de 2010
Até nem éramos feios de todo ...


...há 60 anos.
Aceito bem a velhice, mas não a amo como dizia Séneca, o filósofo romano:
"Quando a velhice chegar, aceita-a, ama-a. Ela é abundante em prazeres, se souberes amá-la. Os anos que vão gradualmente declinando estão entre os mais doces da vida de um homem, Mesmo quando tenhas alcançado o limite extremo dos anos, estes ainda reservam prazeres".
Até nem éramos feios de todo, há 60 anos.
Olhem, só:
Mas aceito bem a velhice, mas não a amo como dizia Séneca, o filósofo romano que dizia:
Quando a velhice chegar, aceita-a, ama-a. Ela é abundante em prazeres, se souberes amá-la. Os anos que vão gradualmente declinando estão entre os mais doces da vida de um homem, Mesmo quando tenhas alcançado o limite extremo dos anos, estes ainda reservam prazeres.
Olhem, só:
Mas aceito bem a velhice, mas não a amo como dizia Séneca, o filósofo romano que dizia:
Quando a velhice chegar, aceita-a, ama-a. Ela é abundante em prazeres, se souberes amá-la. Os anos que vão gradualmente declinando estão entre os mais doces da vida de um homem, Mesmo quando tenhas alcançado o limite extremo dos anos, estes ainda reservam prazeres.
domingo, 1 de agosto de 2010
EDVARD GRIEG
Hoje, venho apresentar-vos o meu compositor favorito, Edvard Hagerup Grieg. Este génio nasceu em Bergen, na Noruega, em 15 de Junho de 1843. O nome de família Greig teve a sua origem na Escócia.
Depois da Batalha de Culloden em 1746, na qual o católico Charles Edward Stuart, aspirante ao trono de Inglaterra foi definitivamente derrotado, seu bisavô partiu para a Noruega por volta de 1770, onde se estabeleceu como comerciante, na cidade de Bergen.
Grieg foi criado num ambiente musical. Sua mãe, Gesine B. Hagerup, tornou-se sua professora de piano que o ensinou a tocar, a partir dos 6 anos de idade. No verão de 1858, Grieg conheceu o eminente violinista norueguês Ole Bull que era amigo da família e cujo irmão estava casado com uma tia sua. Bull percebeu logo o talento do garoto de 15 anos de idade e convenceu os pais a enviá-lo para o Conservatório de Leipzig, então dirigido por Ignaz Moscheles, onde Edvard poderia desenvolver o seu talento. Aí teve uma rica e proveitosa experiência no meio musical, mas Edvard Grieg, sempre insatisfeito com o que aprendera, parte em 1863 para Compenhaga, afim de estudar com o maior representante da música escandinava, o compositor Niels Gade.
Como muitos outros grandes compositores, Edvard Grieg demonstrou, desde muito novo, um excepcional talento. Na adolescência, foi influenciado por Mozat, Weber e Chopin. As suas primeiras composições datam de 1857. Como compositor reconhecido, Grieg promoveu a música norueguesa através de concertos e aulas. Em 1865 compõs a primeira sonata para piano e as célebres Peças Líricas entre muitas outras obras. Tanto a qualidade como a quantidade de obras que compõs levaram-no a uma posição de destaque no contexto musical. Grieg acabaria por se tornar no mais forte expoente da cultura musical escandinava. Pioneiro na utilização impressionista da harmonia e da sonoridade ao piano, recebeu apoio de Franz Liszt, seu grande amigo e incentivador.
Faleceu na sua cidade natal, em Bergen, a 4 de Setembro de 1907, em consequencia de uma doença pulmonar que o acompanhou desde a juventude. As suas últimas palavras foram: “Bem, se assim tem que ser”
As suas peças mais conhecidas são a Suíte Sinfónica Holberg, o Concerto para Piano em Lá menor e a suíte Peer Gynt. Esta última escrita pelo dramaturgo Henrik Ibsen. Em 1874 Grieg recebe uma longa carta de Dresden em que Ibsen o convida a compor a música para uma futura representação da sua obra dramatisada Peer Gynt, nos palcos de Christiania. Era assim que se chamava a cidade de Oslo. Grieg aceitou e a primeira representação da obra de Ibsen com a música de Grieg realizou-se em 24 de Fevereiro de 1876, com enorme sucesso.
De todas as canções que constam desta obra, a minha favorita é a Solvejg´s Song . Logo no principio, Peer Gynt vai divirtir-se a um baile. Quando lá chega, nenhuma moça aceita dançar com ele, só Solvejg, uma bela jovem se oferece, conquistando assim o seu amor. Quando ele parte em viagem, Solvejg fica à sua espera.
Junto um vídeo em que a soprano australiana Mirusia Louwerse de 19 anos de idade executa esta canção, de uma forma divinal, acompanhada pela orquestra de Andre Rieu. Desligem o meu rádio e cliquem no vídeo. Esta canção deixa-me a hipoderme em pele de galinha. Ora oiçam!
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
O Fim da Linha

O Fim da Linha
Mário Crespo
Terça-feira dia 26 de Janeiro. Dia de Orçamento. O Primeiro-ministro José Sócrates, o Ministro de Estado Pedro Silva Pereira, o Ministro de Assuntos Parlamentares, Jorge Lacão e um executivo de televisão encontraram-se à hora do almoço no restaurante de um hotel em Lisboa. Fui o epicentro da parte mais colérica de uma conversa claramente ouvida nas mesas em redor. Sem fazerem recato, fui publicamente referenciado como sendo mentalmente débil (“um louco”) a necessitar de (“ir para o manicómio”). Fui descrito como “um profissional impreparado”. Que injustiça. Eu, que dei aulas na Independente. A defunta alma mater de tanto saber em Portugal. Definiram-me como “um problema” que teria que ter “solução”. Houve, no restaurante, quem ficasse incomodado com a conversa e me tivesse feito chegar um registo. É fidedigno. Confirmei-o. Uma das minhas fontes para o aval da legitimidade do episódio comentou (por escrito): “(…) o PM tem qualidades e defeitos, entre os quais se inclui uma certa dificuldade para conviver com o jornalismo livre (…)”. É banal um jornalista cair no desagrado do poder. Há um grau de adversariedade que é essencial para fazer funcionar o sistema de colheita, retrato e análise da informação que circula num Estado. Sem essa dialéctica só há monólogos. Sem esse confronto só há Yes-Men cabeceando em redor de líderes do momento dizendo yes-coisas, seja qual for o absurdo que sejam chamados a validar. Sem contraditório os líderes ficam sem saber quem são, no meio das realidades construídas pelos bajuladores pagos. Isto é mau para qualquer sociedade. Em sociedades saudáveis os contraditórios são tidos em conta. Executivos saudáveis procuram-nos e distanciam-se dos executores acríticos venerandos e obrigados. Nas comunidades insalubres e nas lideranças decadentes os contraditórios são considerados ofensas, ultrajes e produtos de demência. Os críticos passam a ser “um problema” que exige “solução”. Portugal, com José Sócrates, Pedro Silva Pereira, Jorge Lacão e com o executivo de TV que os ouviu sem contraditar, tornou-se numa sociedade insalubre. Em 2010 o Primeiro-ministro já não tem tantos “problemas” nos media como tinha em 2009. O “problema” Manuela Moura Guedes desapareceu. O problema José Eduardo Moniz foi “solucionado”. O Jornal de Sexta da TVI passou a ser um jornal à sexta-feira e deixou de ser “um problema”. Foi-se o “problema” que era o Director do Público. Agora, que o “problema” Marcelo Rebelo de Sousa começou a ser resolvido na RTP, o Primeiro Ministro de Portugal, o Ministro de Estado e o Ministro dos Assuntos Parlamentares que tem a tutela da comunicação social abordam com um experiente executivo de TV, em dia de Orçamento, mais “um problema que tem que ser solucionado”. Eu. Que pervertido sentido de Estado. Que perigosa palhaçada.
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